Na Hengst, o desenvolvimento não termina no laboratório. Para garantir a máxima fiabilidade das nossas soluções de filtragem, estabelecemos um processo que vai muito além dos padrões habituais do sector. Acompanhamos cada produto desde o primeiro esboço digital até à aplicação final no veículo em condições reais de funcionamento.
Fase 1: Simulação e conceção: Utilizamos ferramentas de simulação de última geração desde a fase de conceção para otimizar digitalmente o comportamento do fluxo e o desempenho da separação.
Fase 2: Testes de laboratório de acordo com as normas ISO: Testamos a eficiência e a capacidade de retenção de poeira de acordo com a norma ISO 19438 e o Separador de água de acordo com a norma ISO 16332. Estes testes de laboratório constituem a base, mas muitas vezes não cobrem adequadamente as flutuações da qualidade do combustível no campo.
Fase 3: O teste "Vida Real" de Hengst:
- Resistência às vibrações e às pulsações: no mundo real, as cargas mecânicas actuam sobre o filtro. Enquanto os filtros padrão atingem um valor beta de 1.000 a 4 µm no laboratório, este valor pode cair para um valor beta de apenas 5 no campo devido às vibrações. Os nossos meios são concebidos para se manterem estáveis mesmo sob pulsação.
- Contaminação real: Realizamos testes de lapso de tempo com poeiras reais nos nossos próprios bancos de ensaio de reabastecimento, a fim de refletir melhor o comportamento de carga real do que com poeiras de teste normalizadas (ISO 12103).
Fase 4: Testes de flutuação e conclusões: A prova final é fornecida por extensos testes reais na estrada com frotas de veículos inteiras. Após a utilização, analisamos os filtros relativamente à sua vida útil restante e à separação real da água no final do intervalo de manutenção.
O ES recebe um sistema cujo desempenho não existe apenas no papel, mas que provou funcionar sob as condições mais difíceis no terreno.

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